UMA HISTORIA DE AMOR
Às vezes me calo
para poder me ouvir,
ela e Ele eram duas ilusões.
Ela existia para que ele,
enfermo, nela se sustentasse.
Cavalgando lado a lado
com os dias só os dois.
e então a menina,
mudou se transformou.
o amor se fez maior em nos.
Sangrou por entre os espinhos
se fez mulher.
Sobre as pétalas
que caiam de nos dois,
essas que purificam a terra
fertilizam amor,
em forma de gente
a menina mulher
hoje também e mãe
ANDRE RUIZ
NEM PURO NEM SANTO Não,não me coloques em um altar tenho medo de altura, vertigens. Além do mais não entendo de milagres só tenho em mim esse dom de ser profano universal sei lá, latino americano. Deixemos de hipocrisias você sabe bem que se quiseres posso te ensinar a pecar. Então e isso nem puro nem santo apenas homem apenas amor, talvez poeta, um escritor ANDRÉ RUIZ
terça-feira, 13 de outubro de 2009
UMA HISTORIA DE AMOR
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
VOAR E COM AS CRIANÇAS
voar
Nem todas as asas,
são capazes de alcançar
liberdade plena.
A maior conquista é sempre reconhecer
o real propósito de voar.
Crianças tem asas
.
andre ruiz
feliz 12 10 das crianças 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
Solidão de ti
Essa minha solidão de ti,
tem me corroído por dentro
rasgo em migalhas minha alma
só pra ver se te encontro.
Beijo a face da realidade,
e não te vejo.
andre ruiz
Me virei do avesso
E quando me virei do avesso,
me fiz letra escrita
em forma de poesias.
Quando fui musica
te coloquei em verso na minha canção
E então ai te fiz vida minha vida
melodia de amor poesia de amar.
ANDRE RUIZ
sábado, 10 de outubro de 2009
NÃO ME SEI
Eu sei do que fala;
Não me sei ser diferente
dos olhos que te dou que me vêem.
Simplesmente!
vejo cores vibrantes
e escuto música em tudo
você chegou.
ANDRE RUIZ
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Inventar-te-iria
Inventar-te-iria se não houvesse você
tu es vida um dia sonhada, que
permanece ainda gravada
aos pés dos ipês de outrora.
Inventar-te-iria,
para poder viver os sonhos
e saber o que sonhar,
Inventar-te-iria para saber o que amar
ANDRÉ RUIZ
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
constancia
Eu sou o silêncio do meu nascimento,
constante incostante.
Quando essa constante passar...
não temerei meu destino
tenho sede de viver.
O restante é onde me encontro
nada mais tem sentido tenho sede de viver.
ANDRÉ RUIZ
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
estrela
Queria esse ceu assim escuro
ilumiar te fazer estrela.
Nao so mais uma a cintilar para mim,
mais meu sol luz do meu caminhar,
noite dia ,bussola da minha alma.
Calmaria,um elo que me ilumina e guia
andre ruiz
terça-feira, 6 de outubro de 2009
SOLIDÃO
Tristezas são figuras famintas,
que aparecem entre abismos intimos,
sufocando de solidao e saudades,
nossas almas devorando,
nossos sonhos e virtudes.
ANDRE RUIZ
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Rabiscos
Ingênuos rabiscos,
faziam cócegas,
na imaginação
desenhos que o tempo,
não soube apagar.
Memórias grafitadas
saudades de alguem
ANDRE RUIZ
RASCUNHO DA MEMORIA
RASCUNHO DA MINHA MEMORIA
Rascunhos ao vento,
sonhar ao relento
porque fui teimar em crescer
pra ver mais além.
Inocentes eram os sentimentos,
O que hoje mais quereria
era nada mais desejar.
ANDRE RUIZ
domingo, 4 de outubro de 2009
vista para todo o sempre
Permita-me fazer morada
Deixa -me entrar e ficar em você
com uma vista para o sempre, me alojar.
Pois tudo tem um tempo de permanência:
de chegar, de ficar,de partir.
E para sempre,
permita-me fazer morada,
mais nunca feche a porta.
andre ruiz
sábado, 3 de outubro de 2009
AMPULHETA VIVA
Inventando outra verdade
misturando o sonho e realidade
grãos de areia estrelas do mar.
A esse tempo que passa,quando
percebemos nitidamente já passou,
inventamos outras verdades...
seja sonho ou realidade.
ANDRE RUIZ
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
acordes
acordes
Preciso acordar,
criar acordes em mim
notas musicais de vida
um dó maior desritimado,
si menor de amor
em um fá sem fim,
entre risos e emoções
quero essa sintonia
sinfonia de viver;
andre ruiz
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
saudades
E se não e amor,
essa solidão,
essa saudade imensa de ti
alguém que ainda,
nem direito conheci
Conformo-me com quase tudo,
menos com essa distancia
essa saudade imensa de ti.
andre ruiz














