gotejar do amor
Sentimento leve, como um cristal
luzes diáfanas escorrem
no encontro de nos dois
memorávl tempo em flor
orvalho goteja... amor
andre ruiz
NEM PURO NEM SANTO Não,não me coloques em um altar tenho medo de altura, vertigens. Além do mais não entendo de milagres só tenho em mim esse dom de ser profano universal sei lá, latino americano. Deixemos de hipocrisias você sabe bem que se quiseres posso te ensinar a pecar. Então e isso nem puro nem santo apenas homem apenas amor, talvez poeta, um escritor ANDRÉ RUIZ
sábado, 31 de outubro de 2009
gotejar do amor
flecha que fincou no alvo poesia
flecha que fincou no alvo POESIA
Por enquanto,
ainda invento a sua presença
mais viva mesmo,
Só a flecha que fincou no alvo.
Trocamos olhares rapidamente,
então percebi que era ela eu.
És minha verdade, ainda que tardia,
te transformei em poesia.
andre ruiz
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
ALMA POETICA
ALMA POETICA
E por isso o poeta é poeta
e aquele que toca no seu intimo,
mesmo sem te sentir ou te ter
faz rolar teu pranto,
faz sorrir te emociona,
te beija, sem molhar teus labios,
apenas nas frases te molha a boca,
nos versos te revela por inteiro
assim e um poeta,
que ama com o simples ato de escrever.
ANDRE RUIZ
anexo
ANEXO
Fujo dos vértices da realidade
pois meu eu não se conforma com tal
me abrigo num canto oblíquo,
um tanto informal, sem nexo.
Apenas anexo do amor.
ANDRE RUIZ
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Desconcertante
Desoncertante
Sentimentos deixados por ai esses são eternos,
sentimento desconcertante e com alto nivel de mistério
O qual chamamos de amor.
andre ruiz
moinhos
As paixões são como ventos
pois sopram constante a mover o moinho do amor
estrada solitária so eu as luzes estrelas pedras e musica.
Pensamento ao vento moinhos de vento, de amor
pensamento em você, minha ventania.
ande ruiz
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Excesso absoluto
Excesso absoluto
Deixei apenas meus vazios no papel,
em forma de frases e letras compõem
o retrato da minha solidão,dessa ausência tua
essa que me deixa assim, oco tosco quase morto.
Excesso absoluto, saudades daquilo tudo,
saudades suas, de nos dois.
Saudades de mim mesmo, que ficou em você
ande ruiz
terça-feira, 27 de outubro de 2009
MEU TEMPO TODO VOCE
Eu sei que você está aí,
eu posso sentir sua presença
eu também estou ai o tempo inteiro.
Essa falta de tempo e tamanha ,
mesmo nao estando ou nao aparecendo
meu tempo todo e você.
Eu que pensava sabia o que e felicidade,
ate encontrar você.
ANDRE RUIZ
sábado, 24 de outubro de 2009
vontade de voar
VONTADE DE VOAR
E quando te contava pra lua
senti uma vontade de voar
de soprar eu em voce
voar em teus cabelos em teus meios
e assim te conto pra lua ,no meio de tudo,
sempre o muito de você em mim.
ANDRE RUIZ
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
virando a própria mesa
É preciso lutar por cada sopro de ar
cada minuto que passa
podemos sempre virar a mesa,
Mais e so no fim que recordamos o começo,
mais se for cair que seja nos braços de alguém
andre ruiz
suavidade
[b]suavidade
A essa inércia estrelar do teus olhos
que me levam ao infinito,vem comigo
no caminho eu te explico.
Uma rosa um jarro suavidade de movimentos,
uma dança de amor
ANDRE RUIZ
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
DESCALÇOS
Ainda descalços
Sentimento leve,
Ainda descalços,
meus pés não mais se ferem
nos espinhos da solidão.
Só fujo se for para ser feliz.
ANDRE RUIZ
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
perpetuamente
perpetuamente
Então me rondas,
me cercas cortejas.
Me toma dominas,
e por vezes,
escapas.
Dispo-me de mim
A ti me entrego.
Amo 'te assim ,
sem encontros e despedidas
perpetuamente amo-te
ANDRE RUIZ
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Não caibo
não caibo
Vazo, transbordo
Transporto-me, não caibo.
Usar sangue em vez de tinta,
é o segredo de tocar os corações.
ANDRE RUIZ
domingo, 18 de outubro de 2009
intimo silencio
intimo silencio
Aqueles que não se conhecem,
temem o silêncio.
Tao intimo revelador.
A mostra nossa face como um espelho,
sem mascaras nos expondo assim,
aos nossos próprios medos,
segredos aqueles que nao
fazemos questão de conhecer.
intimo silencio.
andre ruiz














