MARITIMOS DEVANEIOS
De tarde em tarde
olhava para o mar
Gosto de silêncios
sinto os ventos
conjugo teu nome
em meus devaneios
Nem mais uma palavra
apenas meus verbos
meus versos
o mar e o vento
devaneios
ANDRE RUIZ
NEM PURO NEM SANTO Não,não me coloques em um altar tenho medo de altura, vertigens. Além do mais não entendo de milagres só tenho em mim esse dom de ser profano universal sei lá, latino americano. Deixemos de hipocrisias você sabe bem que se quiseres posso te ensinar a pecar. Então e isso nem puro nem santo apenas homem apenas amor, talvez poeta, um escritor ANDRÉ RUIZ
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
DEVANEIOS
terça-feira, 27 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
E QUANDO ERA TUDO TÃO IGUAL
E QUANDO ERA TUDO TÃO IGUAL
Ela gostava de tudo aquilo
e quando tudo era tudo tão igual
ela chegou iluminando-me
do imenso
Linhas da minha escrita
poesias do dia a dia
ate que a noite novamente
nos acolhe-se
Em um não sono profundo
e forçado para acordar
novamente em seus braços
E quando era tudo tão igual!!!
ANDRE RUIZ
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
visivel
VISÍVEL
Esqueço a memória
sou o teu sangue
Trago-te livre
por amor
Sou teu maior segredo
que nem mesmo
eu desvendei….
Visível a flor da pele!!!
ANDRE RUIZ
DOS MEUS SONHOS
DOS MEUS SONHOS
Retomei a pulsação
da lucidez
Saiu do fundo
dos meus sonhos
para a superfície
do meu olhar
Teu rosto a existir aqui
és sim toda essa
verdade em mim
Te esperei nos intervalos
distraídos dos meus sonhos
ANDRE RUIZ
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
JÁ
VOLTEI
DENTRO AQUI
DENTRO AQUI
O silêncio queima
a garganta
Os lábios salivam
saudades
Em meu corpo
todos os teus sentidos
Beba na minha boca
olhe com meus olhos
Dentro aqui
tua beleza principia…
ANDRE RUIZ
sábado, 27 de outubro de 2012
ATE TE ENCONTRAR
ATE TE ENCONTRAR
Tenho os olhos azuis
de tanto os ter
lançado ao mar
Em busca dos
teus olhos
de sonhar
ANDRE RUIZ
SOMOS
SOMOS
Corpo pede
tua
alma dentro….
dentro da minha!!!!
Sombras
esculpidas
no nu
Sou teu sangue
teu gosto
suor e saliva
almas repetidas
ANDRE RUIZ
FONTE
FONTE
Corpo teu
Insinuava-se,involuntário
em forma de amor e desejo
para enganar minha sede
bebi de tua fonte
Despertou em mim a poesia
água tua que eu bebi um dia
E mesmo assim
ainda não sei tudo
dos teus olhos!!!!
ANDRE RUIZ
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
espelho
ESPELHO
Porque me indagas
quando te falo de amor
Que duvida e essa
que fica sempre no ar
sou teu inverso reverso
das tuas linhas
escritas com meu suor
em teu corpo nu
Somos iguais
teu espelho
Meus versos
são teus versos
ANDRE RUIZ














